terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Com Destino foi ao Sem Destino

Marau fez um Ótimo Encontro



                                      Final de semana, 20 e 21, foi marcado pela realização do "Marau em 2 Rodas"  evento que tem como organizadores o                     "Moto Grupo SEM Destino". 
Para lá que o "Moto Grupo COM Destino" foi, por meio dos parceiros Bidú, Gilberto Cesar, Deise Wartha, Anderson e Paulo.
Bidú, Gilberto Cesar, Deise, Anderson e Paulo
                       O evento, marcou para nós a volta do parceiro    Paulo Figueiredo, que depois de onze meses de labor na cidade de Maceió, retornou ao nosso pampa.
Disse Paulo:  em pouco menos de uma semana, a Versys ficou revisada, calibrada e "pimba" .... de novo nas estradas. 

          A viagem para Marau aconteceu no sábado por volta das 8h, quando partiram do Posto Laçador, Paulo e Gilberto Cesar, para se encontrarem com Anderson e Deise, nas proximidades do posto de rodoviário de Bom Princípio. No mesmo horário, Bidú estaria saindo da cidade de Lagoa Vermelha. 
                     Tudo combinado e todos em viagem. 
Ao posto policial, chegamos pouco antes do que a dupla da Feliz, mas a espera foi pouca e, logo se ouviu o rondo dos motores da Hornet e da Ninja, respectivas motos dos nossos parceiros. 
               Em pouco tempo, as quatro motos já empreendiam viagem na ERS 122, devendo passar por Bento Gonçalves,  para Guaporé, Casca e Marau.
       Em Bento Gonçalves, até pela sinalização bastante precária, alguns quilômetros a mais foram rodados até que ... de "perguntas em perguntas" se conseguiu achar a estradinha para Guaporé.  
A grande surpresa aqui, foi a quantidade de Km em  chão batido, a presença de pedregulhos e de várias placas, já bastante desgastadas, indicando: obras.
Só indicação mesmo, porque de obras, ... nadinha! 
Isto reteve em muito a velocidade. Exigiu bastante atenção, porém não chegou a ofuscar as belas paisagens do entorno, alguns parreirais, as diversas encostas do sempre lindo Rio das Antas, que nessas imediações para a denominar-se Rio Taquari.
Depois desse chão batido, só mais uma buraqueira na imediações da cidade de Casca e chegamos ao Destino: Marau.
               Marau, já recebia um bom número de motos e motocicilistas, os quais ingressavam pela avenida principal da cidade, num belo espetáculo.
Um comboio, .....  chegando a Marau
 No interior do parque, a situação era similar, com o ir e vir dos motociclistas, a montagem dos acampamentos, interno e externo, o clima de descontração, o som e os reencontros com amigos, paceiros e demais estradeiros.
O parceiro Bidú que já nos aguardava, demarcara o espaço para a colocação das nossas barracas, o que se deu no excelente ginásio de esportes, localizado no próprio parque de exposições,  o local do evento.     
Montado o acampamento, no interior do ginásio, logo se tratou de ir para o almoço, até porque a hora já havia passado bastante, deixando há muito de ser a manhã do  sábado.
Para tal, uma caminhada foi empreendida pelo grupo, até porque as pessoas do local falaram que o centro da cidade é "logo ali" e, .... passados então uns dez quarteirões, chegamos ao local indicado também por vários motociclistas.
        O Restaurante e Churrascaria Texas foi o escolhido.
      Um belo local, com comida fartíssima, .....  até demais.      
Gilberto Cesar, Paulo, Bidú, Anderson e Deise, no farto almoço da Texas


      Devidamente almoçados, agora de volta ao local do encontro de motociclistas.        
         Associado ao clima, antes descrito, agora a presença do calor e do sol forte, o que fez com que diversos se recostassem, sob as árvores, o que aliás, é algo de abundante no parque.
Os nossos, aproveitaram para um descanso. Paulo e Bidú foram para as barracas, Deise e Anderson preferidam sentar sob as sobras, e eu aproveitei para dar uma passeada pelo interior do grande parque de eventos de Marau.   
Capela Nossa Senhora Aparecida
                                                Um grande lago, diversas quadras esportivas, espaço para gineteada, espaço para exposições de animais, praça de alimentação, recantos culturais e uma antiga capela, em madeira, são alguns dos equipamentos quem compõe o parque grande de Marau.

Em meio a tarde, o parque já se encontrava com uma grande lotação. Os barulhos se confundiam pelo mais diversos lados:  na parte central o locutor oficial berrava com anúncios, avisos e chamamento para as demais atrações.     

Por todos os lados, uma verdadeira competição de sons onde diversos carros ostentavam potentes aparelhagens que faziam sair das respectivas caixas, ..... muito e muito som. Isto tudo, impedia que as pessoas conversassem, então o jeito era berrar! Não bastasse isso, diversas "CGs" com placas da cidade, infernizavam o ambiente com as altas "acelerações".
          Isto tudo dava uma dinâmica muito diferente para encontro. A sensação era de que tudo acontecia muito rápido.  
         Em uma das laterais, acontecia o show de manobras radicais,  pelo grupo Alto Risco, da cidade de Novo Hamburgo. 

 Em um outro sentido e,  já passando as 17 horas, aconteceu a escolha da rainha do Moto Grupo Sem Destino, cuja vencedora irá representar o MG Sem Destino, quando da escolha da rainha da AMO/RS, em março próximo, no encontro de São Lourenço do Sul. 


Nove garotas da cidade concorreram ao título de Rainha e Princesas, cabendo a escolha a um grupo de jurados, compostos pelo prefeito municipal, pelo presidente do MG anfitrião, pelo representante da AMO, dentre outros.

Nesta oportunidade, foi passada a palavra para o prefeito municipal, Josué Francisco da Silva Longo, que num discurso muito alinhado e entusiasta com o motociclismo, deu boas vindas e falou da importância para  o município de Marau o evento de motos.  


Em meio a tudo isso, nosso grupo assistia e também  confraternizava, com os relógios já indicando o final da tarde.
Bidu, Paulo, Gilberto Cesar, Anderson e Deise
Firmes ao ato de solidariedade que o Moto Grupo Com Destino tem se empenhado e se dedicado, todos tratavam de guardar, juntar, recolher e armazenar os lacres das latas de cervejas, cuja troca, habilita ao recebimento de cadeiras de rodas que são  destinadas para as pessoas necessitadas, desprovidas de recursos.                
                        

E veio a noite hora do jantar e por indicação da Deise, o Destino seria uma pizzaria, bem no centro da cidade.
Desta vez, um táxi foi utilizado para o deslocamento do grupo. O taxista topou levar o quinteto. 
A conversa foi descontraída no deslocamento tendo como assuntos as motos,  o evento e também as tentativas do cidadão na indicação de uma outra pizzaria, que distaria um pouco mais, mas que era ótima  e tal,    ... o que não foi aprovado pelo grupo.  

 
Assim ficamos no centro da cidade, o que propiciou um passeio pela praça da cidade, com o céu ameaçando a mandar chuvas a qualquer momento.

 Na praça, uma placa indica da proibição do consumo e venda de bebidas com teor alcólico no local. 
Isto é aos moldes de algumas cidades americanas, mexicanas e argentinas.


Na pizzaria:
 E o quinteto se deliciou na excelente Pizzaria Covatti
        Acertou o proprietário do restaurante Texas, quando indiciou este local. 
                 Errou o taxista que tentou nos induzir a um outro local.

A Covatti é ótima. Atedimento de primeira, comida de primeiríssima e o preço é muito aquém do que do além.
             A chuva chegou na forma de "bomba d'água" e foi rápida. 

Voltando para o evento, onde a noite já se encontrava prá lá de animada, agora, com a presença de um público ainda muito maior.
Notadamente as pessoas da cidade e região chegaram ao evento. 

Dentre os shows, surpreendeu bastante o apresentado pelo grupo "5ª Estação".  O grupo marausense, fugiu um pouco dos rocks tradicionais e apresentou um repertório embalado, com muitas coreografias e muita troca de figurinos.
Um dos Shows do evento, pelo 5ª Estação
        
   Fim de festa para nós, mas nem tanto para a grandíssima maioria. 
A proximidade do ambiente das barracas para com o palco principal nos deixou ligados ao som e ao barulho externo até por voltas das 5 horas.
Daí, o silêncio se fez .. mas por pouco tempo.
Por volta das 7h começou o desmonte das barracas, o aquecimento dos motores de quase todas as motos e,  o despertar foi inevitável, ... para aquela hora.

 
Um passeio matinal pelo ambiente externo, dava conta de que tudo já começava a fazer parte do passado. 

             Zero de pessoas.
                          Zero de agito.  


No silêncio dos corpos e das almas, deixamos Marau, preguiçosamente, em busca de um café para depois pegar a estrada. 
               Aqui nosso parceiro Bidú rumou para Lagoa Vermelha e nós no sentido Bento Gonçalves, porém por um outro caminho, de modo a evitar a estradinha de Guaporé. 
A estrada, nós a encontramos com facilidade. O café, não! 

Grande parte dos estabelecimentos estavam com as portas cerradas, o que nos levou até a cidade de Nova Bassano, alguns bons quilômetros a frente, onde então paramos para o café matinal.    

Ao longo lento  do café, a proposta do Anderson em fazermos um pequeno turismo pelo Belvedere do Espigão e depois pelo Túnel do Trem, pontos turísticos,  ao longo do nosso caminho de volta.
Proposta aceita, e lá se fomos.

         
             De volta para a estrada, agora rumo a Veranópolis, obviamente que descendo a serra, até cruzar novamente pelo Rio das Antas.
Aqui o deslocamente é lento e exige paciência dos motoristas. Um  caminhão a sua frente, significa trafegar com um bom tempo com marcha reduzidíssima o que aconteceu por várias vezes. Agora, ter pela frente um caminhão lotado de suinos, é sufoco qualquer um.
O caminhão de porcos  o Anderson,  oPaulo e a Deise a minha frente

Foi o que aconteceu conosco e, por um longo tempo tivemos que conviver com o cheiro dos porcos impregnando os capacetes. 
A sensação é muito ruim, o mal estar é inevitável.
         
Anderson passou, Paulo se preparando para passar..... ficamos  Deise e Eu, por mais algum tempo ainda
                       Passado o sufoco, alcançamos a cidade  Veranópolis, para o turismo antes conversado.


                   E o lindo Mirante do Belvedere do Espigão se deixou ver, ......     isto em uma das curvas da estrada.

            A ele adentramos para vislumbrar a beleza natural, nas alturas. O cenário é maravilhoso, onde lá em baixo uma usina de energia contrasta com o verde dos vales, com o trajeto sinuosos do Rio das Antas. 



Uma estrada de ferro, que também tenta ser sinuosa, se confunde em muito com os traçados lá em baixo e tudo parece ser muito pequeno.







Na sequencia, mais uma parada.

Agora, para ver o Túnel da Ferrovia. 

Um outro belo local, porém de rápida passagem.   
 




O túnel faz parte do ramal Bento Gonçalves - Jaboticaba e é um trecho de aproximadamente 50 quilômetros da chamada Ferrovia da Uva, ou Ferrovia do Vinho. 

A obra foi executada pelo 1º Batalhão de Engenharia do Exército. Na atualidade está em desuso. Ao longo do trecho tem-se com principais belezas os visuais do Rio das Antas, do Monte Claro e obviamente, a cereja do bolo, um túnel em Y.


        E assim concluímos o segundo passeio motociclístico do ano.
        Marau foi ótimo.
           Foi ótimo o retorno do parceiro Paulo Figueiredo   para as estradas.

um abraços a todos
e até outra.

Relato: Gilberto Cesar
Fotos:   Gilberto Cesar e celulares Deise e Paulo

Outas Fotos:

























terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Moto Fest Jaguarão 2016

O Reencontro com Jaguarão.


                                                                              É o "quase" que, quando nos   acompanha, evita que algo ruim venha a nos acontecer.
Gilberto Cesar - Moto Grupo Com Destino
Porto Alegre, Feliz, Vale Real, Lagoa Vermelha e Alto Feliz
                                   
             E o ano motociclístico do Rio Grande do Sul teve reinício, e como sempre, com o bom evento de Jaguarão.

   

                                A MOTO FEST, que para Jaguarão recebe o artigo feminino, aconteceu de 14 à 17 de janeiro, e lá estivemos enquanto MOTO GRUPO COM DESTINO com os parceiros Jonas Santos e Arli Figueira.
            O deslocamento aconteceu na sexta, em meio a tarde, sob um calor orbitando a casa dos 35º em Porto Alegre, aliás coisa típica da capital dos gaúchos: verão quente e seco, à beça.
                            

Esperando o parceiro Arli,,,, em uma rara sombra junto a PF Eldorado

  Na BR 116, um bom número de motos já roncavam seu motores sob as rodas velozes, deslizando sob a névoa óptica que se formava sobre o quente alfalto, castigado pelo sol.
     
     Neste contexto, Arli e eu também fazíamos o deslocamento, lento, coisa também típica do povo das custons.    

Arli Figueira e Gilberto Cesar
                                    Como sempre, uma parada no posto SIM, em Camaquã, para abastecimento e lanche, associada a uns bons goles de água.
Mais tarde uma outra parada, a obrigatória, agora em Capão do Leão, onde o abastecimento se faz necessário dada a distância desta cidade para Jaguarão, algo em torno de 124km.

            
       Respeitados os cuidados necessários, adentramos na Jaguarão dos belos casarios, já em festa, com o cruzar de motocicletas e motociclistcas por todos os lados.

      Diferentemente dos anos anteriores, a opção para hospedagem recaiu  sobre a modalidade camping, uma opção inicial do próprio, e que por fim e,  por motivos diversos vários não puderam comparecer ao evento.  
 
Direto para o camping, foi o rumo tomado para logo se "livrar" das roupas de viagem, montar as barracas e se inserir no contexto festivo do encontro.
                         No camping, o predomínio da língua espanhola dava conta da grande presença dos irmãos uruguayos que, em meio a muito mate amargo, acenavam, cumprimentavam e trocavam impressões a respeito da viagem, do calor, da procedência bem como do comportamento das motocicletas. 

                       
  Feita a escolha do local para a montagem das barracas, já de plano uma passeada pela praça central, local onde acontece o evento e para efetuar as inscrições dos motos grupos Com Destino e Virando Rodas.
                

      
    A  praça, até por ser o começo da noite, já recebia um grande número de pessoas. Comunidade local e comunidade motociclística se cruzavam, ao bom som dos primeiros shows programados para a sexta-feira.

Neste embalo, a chegada dos parceiros Moto Casal Os Aliens,  Afonso e Nelsi, que sempre comparecem ao Moto Fest. 

      
Afonso, de plano pergunta pelo Jonas Santos, a quem quer entregar uma garrafa pet, cheia de lacres de latas de cervejas, todos coletados pela família de Afonso, por ocasisão das festas de final de ano.

        O gesto nobre dos Aliens, teria que esperar até o sábado, quando então estaria chegando o parceiro Jonas .....  estaria, pois que num relance surge em meio ao povo, na praça,  o cara .... Jonas Santos, como sempre  em sua ótima alegria ..... 
         Chegando, abraçou a todos e contou rápido do seu deslocamento:     empreendera viagem a noite, parando somente para abastecimentos, o que por tal pode então chegar ainda na sexta-feria  em Jaguarão.
Afonso, Jonas, Gilberto Cesar, Arli e Nelsi

            Jonas recebeu a garrafa com os lacres, fato este que  dá contas do envolvimento dos nossos parceiros nesse movimento de coleta de lacres de latas de alumínio, para futura troca por cadeiras de rodas.
                                  A noite que se estendeu por muito, com diversas apresentações e praça cheia. 
Também aconteceu a abertura oficial do evento, com a presença de representantes da municipalidade, pároco local e representantes do Moto Grupo  KM Final.
                    Noutro tanto, também as atenções, se voltaram muito para as manobras radicais, por parte de um grupo de motociclistas profissionais da cidade de Novo Hamburgo, que sempre voltam a cidade para se apresentar.
      Foi-se  a sexta-feira.
    

  O  sábado foi de acordar cedo, muito por conta do sol que já brilhava e se fazia refletir, em muito, sob as águas do rio Jaguarão.
                                            
A pé, e bem cedinho, Arli, Jonas e eu cruzamos a ponte internacional, para visitar a Rio Branco, a cidade uruguaya vizinha. 
              Apenas caminhadas, assim como um bom número de motocilcitas, posto que em virtude da super valorização da moeda americana, para este momento, comprar produtos, fica bastante prejudicado.
                           Assim correu o sábado: almoço em Jaguarão e em meio a tarde a boa presença dos Moto Amigos do RS, Francisco Araújo, o chico, Adilson Souza  e José Brito Araújo .
É sempre ótimo rever estes amigos.  
                 Convidados para uma cerveja, uma caminha e uma proseda, o trio se disse impossibilitado, pois vieram a Jaguarão somente para um abraço e uma prosa curta.
            Chico veio de Bagé; Adilson de Pelotas e Brito de Melo.   
A meteórica visita dos Moto Amigos do RS, se encerrou quase no final da tarde e, já no começo da noite todos para a praça a retomada da segunda noite, para nós, da Moto Fest.

 
Novamente a praça muito lotada. Ambulantes, visitantes, comunidade local, gaúchos, muitos uruguayos e alguns argentinos, compunham o cenário deste que foi o primeiro evento do ano 2016 previsto no calendário a Associação dos Motociclistas do RS, levado a efeito pelo sempre competente MOTO GRUPO KM FINAL, da cidade de Jaguarão.

               

      No domingo, hora de desmontar acampamento, remontar alforjes e rumar para as casas. 


               Passavam das dez horas, quando as quatro Shadows, conduzidas por Afonso, Jonas, Arli e eu pegamos a estrada, com parada novamente em Capão do Leão, para abastecimento e almoço.
              Aqui não deu certo. O posto estava prá lá de lotado.
        O bom disso, é que encontramos os amigos Márcio Cosenza e Michele Ferrão, ambos parceiros de outras jornadas.                                                     Reencontrá-los também foi ótimo.
Por sugestão do Cosenza, acertamos abastecer, almoçar e descansar um pouco, logo a diante, no primeiro posto à direita, um Ipiranga, logo passando a entrada de Pelotas,  com paradouro que possui boa comida de bons doces de Pelotas.   
                   Jonas, ConsezaMi Ferrão e eu achamos o tal posto, que fica até meio escondido devido a um dos viadutos da nova rodovia.    Arli Figueira, não achou ...... passou direto... e se foi.....

Márcio e Mi, estavam acompanhados por um casal motociclistas, parceiros de ambos.
Arli, teve a companhia de um ex aluno seu, que de automóvel nos acompanhou no trajeto Jaguarão / Porto Alegre. 

Em meio a este,  o Moto Casal Os Aliens, rumou para Santa Cruz do Sul, via Bagé. No confuso almoça aqui, almoça ali, nem chegamos a nos despedir dos amigos.              
            Almoçados e descansados, via celular, Arli informa que havia passado, estando em um outro posto há meia hora, ou mais, a frente.
     Voltamos para a estrada, ficando Cosenza e Mi Ferrão, descansando um pouco mais.
                       O calor estava a castigar, e já passavam das 14h quando Jonas dá uma acelerada forte, sumindo um pouco das minhas vistas. 
     Em questão de minutos, o avisto parado do lado esquerdo da rodovia, junto a um outro motociclista e sua caroneira.
         A princípio penso que Jonas está prestando assistência ao colega, o que lhe é sempre peculiar.
Pouco a diante, paro a motocicleta e começo a retornar ao ponto onde o trio se encontrava.   
....     ....   "Bati num carro" .... ... foram as primeiras palavras do parceiro, ao que de imediato fico intrigado e indagativo, pois não haviam sinais de anormalidades tanto em Jonas quanto na moto...
          Rápida e assustadamente explica que foi buscar uma sombra,   do lado esquerdo da via,    para então telefonar para o Arli e saber onde este encontrava....   .... que ladeou a moto para o citado lado, não observando direito ao retrovisor e, que num piscar de olhos se viu lado a lado a um carro, cujo motorista efetuara uma rápida manobra,  que teria sido decisiva para evitar que algo de pior acontecesse ....  que susto meu.... que susto.... que  grande susto....
falava o parceiro...
                  Aos poucos, uma camionete Paraty, empreendia uma vagarosa ré, de onde desceu um casal, muito trêmulos, perguntando de imediato como estava o parceiro Jonas......  
" Estou bem " ... dizia Jonas, a moto não aconteceu quase nada mas o carro de vocês deve estar amassado. 
        Todos foram constatar então o estrago. 
Sim a lateral do veículo estava bastante arranhada, desde a calota da roda dianteira até o final da lataria.
Destaca-se a preocupação daquelas pessoas com a integridade física do Jonas... ficando a parte material  para acerto posterior.
O bom de tudo, é que ficamos somente no susto.
O "quase" prevaleceu, pois segundo o Jonas, poderia ter sido um grande estrago,   ... em tudo.
                 Obviamente que isso, estragou em muito o cenário final da viagem, mas como disseram os demais amigos em quase todas as mensagens para o Jonas
 ...  parceiro, ainda bem que foi só um grande susto
..... ainda que bem os danos foram materiais
..... ainda bem, que o quase esteve ao teu lado.
Foi isso.

abraços

Relato e Fotos:
Gilberto Cesar  

 outras fotos










Mercado de Jaguarão, em restauro


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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

COM DESTINO: Recomeçar, Jaguarão

Hora de Recomeçar
         as estradas nos esperam
                  os amigos nos aguardam
                          os encontros recomeçam

Moto Grupo Com Destino estará lá.